A hipocrisia dos que negavam indicações políticas na Petrobrás A hipocrisia dos que negavam indicações políticas na Petrobrás

Diversos, Notícias, Tribuna Livre | 6 de junho de 2019

Definição de hipocrisia: ação ou efeito de fingir; capacidade para esconder os sentimentos mais sinceros; característica daquilo ou de quem não é honesto; hábito que se baseia na demonstração de uma virtude ou de um sentimento inexistente.

Pedro Parente, Roberto Castello Branco e Jair Bolsonaro afirmaram publicamente que não admitiriam indicações políticas na Petrobrás. Hipócritas!

Pedro Parente criou a Diretoria de Estratégia, Organização e Sistema de Gestão especialmente para o amigo Nélson Silva.

Roberto Castello Branco, dias após assumir a presidência da Petrobrás promoveu um amigo particular do presidente Jair Bolsonaro, Carlos Victor Guerra Nagem,  para a Gerência Executiva de Inteligência e Segurança Corporativa.

A FUP denunciou publicamente que a nomeação violava o plano de cargos e, através de seu coordenador, José Maria Rangel, ingressou com uma ação na Justiça, acusando Castello Branco de improbidade administrativa.

A diretoria da Petrobrás recuou, mas quatro meses depois arranjou um jeito de atender ao amigo de Bolsonaro, que acaba de ser presenteado com a nomeação de assessor da presidência e um salário de R$ 55 mil.

Enquanto favorece amigos e indicados políticos com polpudas remunerações, Castello Branco quer impor aos petroleiros uma contraproposta de reajuste zero e desmonte do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT).

A resposta da categoria está sendo dada nas assembleias, com a rejeição da proposta da empresa e aprovação de greve no dia 14 de junho.

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Fonte: FUP