FUP e sindicatos debatem estratégias para campanha do ACT  e luta contra a privatização da Petrobrás FUP e sindicatos debatem estratégias para campanha do ACT e luta contra a privatização da Petrobrás

Diversos, Eventos, Notícias, Tribuna Livre, Novidades | 26 de julho de 2019

Depois que a categoria petroleira rejeitou unanimamente a proposta da Petrobrás para o Acordo Coletivo de Trabalho (ACT), os representantes sindicais se reuniram na última segunda-feira (22) para debater os próximos passos da campanha e estratégias para a luta contra a privatização.

A empresa foi comunicada da rejeição da proposta do ACT na terça-feira (23) e uma nova rodada de negociações foi marcada para começar nesta sexta-feira (26). No entendimento da FUP, a campanha reivindicatória está diretamente associada à luta contra as privatizações. Além de empregos e direitos, o que está em risco é o futuro do País e a soberania nacional. Por isso, não há saída individual. A luta é coletiva. Para estancar o desmonte da empresa, é preciso construir uma grande greve nacional.

Comunicação

Foi realizado nos dias 23 e 24 de julho um seminário de comunicação com profissionais e diretores da área da FUP e também dos sindicatos filiados.

O encontro aconteceu no Rio de Janeiro e teve como objetivo alinhar estratégias de comunicação conjunta, especialmente voltadas para esse momento da conjuntura – que envolve a luta contra o desmonte do Acordo Coletivo de Trabalho e também contra a privatização da Petrobrás. O diretor Alexandre Finamori participou do encontro como um dos responsáveis pela comunicação da FUP como representante do Sindipetro/MG.

Petroleiras

Diretoras da FUP e da FNP também se reuniram para pensar formas de articulação, mobilização e luta conjunta em defesa da Petrobrás e dos trabalhadores. A reunião foi uma iniciativa das petroleiras frente à conjuntura de ataques ao povo brasileiro, como o corte nas verbas dos serviços públicos e a reforma da Previdência.

Vários destes ataques atingem diretamente as trabalhadoras, como o corte de verbas para creches, programas de saúde e de combate à violência contra a mulher, por exemplo. A reunião também apontou para novos encontros entre mulheres das Federações e dos sindicatos, envolvendo também as petroleiras das bases de todo o País.