Centrais e frentes de luta convocam mobilização por direitos e soberania nacional Centrais e frentes de luta convocam mobilização por direitos e soberania nacional

Diversos, Eventos, Notícias, Tribuna Livre | 12 de setembro de 2019

No próximo dia 20 de setembro, os trabalhadores voltarão às ruas para realizar mais um ato em defesa dos direitos e do meio ambiente e contra a destruição do Brasil que vem sendo promovida pelo governo de Jair Bolsonaro (PSL) que, em oito meses não apresentou uma única proposta de desenvolvimento com justiça social e geração de emprego e renda, muito menos de combate efetivo as queimadas na Região Amazônica.

Até agora, Bolsonaro e seu ministro da Economia, Paulo Guedes, só apresentaram medidas que beneficiam empresários, em especial do agronegócio ou que defendem o fim de programas sociais, a redução do funcionalismo público, a desregulamentação e auto fiscalização pelas empresas, privatizações de estatais, além de regras mais rígidas para aposentadoria.

Dia 20 tem luta

A escolha da data da próxima mobilização da classe trabalhadora foi estratégica. O objetivo é convergir com o Dia de Mobilização Internacional Greve Global pelo Clima, em 20 de setembro, organizado pela Coalização pelo Clima, uma articulação composta por diversos coletivos que debatem e promovem ações de informações e combate às mudanças climáticas.

Além da defesa da Amazônia, a pauta da CUT e demais centrais sindicais. além das frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo, terá lutas por direitos, educação, empregos, soberania e contra a reforma da Previdência, que está tramitando no Senado.

As mobilizações do Dia Nacional de Paralisações e Manifestações em Defesa do Meio Ambiente, Direitos, Educação, Empregos e Contra a Reforma da Previdência serão realizadas no local de trabalho, na parte da manhã, e na parte da tarde, serão ser realizados atos em todas as capitais. Grande parte dos trabalhadores do setor público já aprovou paralisação neste dia.

“Os que queimam e derrubam a Amazônia são os mesmos que querem acabar com nosso direito à Previdência Social, querem destruir os direitos trabalhistas e sociais e privatizar as empresas públicas, destruindo também a soberania do nosso povo e do nosso País”, afirmou o Secretário-Geral da CUT, Sergio Nobre.

Fonte: CUT