Margarida Alves: memória que convoca o presente Margarida Alves: memória que convoca o presente

Diversos, Tribuna Livre | 13 de agosto de 2026

Há 43 anos, Margarida Alves foi assassinada por sua atuação em defesa dos trabalhadores rurais.



Sua trajetória permanece atual não apenas pela coragem que representou, mas pelo caminho que ajudou a abrir para a participação das mulheres no movimento sindical.

Hoje, esse legado exige mais do que reconhecimento simbólico. Exige organização coletiva e compromisso institucional.

Ampliar a presença das mulheres nos espaços de decisão, criar estruturas de acolhimento e proteção e enfrentar desigualdades e violências também são responsabilidades das entidades sindicais.

A participação feminina não pode depender apenas da coragem individual de quem ocupa esses espaços.

Fortalecer as mulheres é fortalecer o próprio sindicalismo.

Ana Luíza Pereira Fernandes, advogada trabalhista