Defender a Petrobrás é defender o BrasilNo dia 3 de outubro, a Petrobrás completou 73 anos de existência. Ao longo de sua história, a Petrobrás sempre foi alvo de ataques e somente estará a salvo de vendedores da pátria se o presidente Lula for reeleito. Com a família Bolsonaro no poder, a empresa voltará para a fila das privatizações.

Retrocessos na condução da Petrobrás ou a sua privatização terá impactos não só para os trabalhadores, mas para toda a sociedade. O preço mais alto da gasolina, do diesel e do gás de cozinha representa mais arrocho para as famílias. Quando os combustíveis aumentam, o custo de vida sobe junto.
Nesse momento, a escolha que for feita nas urnas ditará o futuro. Refinarias da Petrobrás sendo entregues para multinacionais é uma situação que não vale a pena ver de novo, principalmente depois do pesadelo passado pela categoria petroleira no governo Bolsonaro.
A luta da categoria ao longo da última década enfrentou o projeto de privatização que teve início com a operação Lava Jato e se intensificou nos governos Temer e Bolsonaro, com a venda de subsidiárias, refinarias, campos de petróleo e outros ativos estratégicos. Os trabalhadores e as trabalhadoras resistiram e conseguiram, com a eleição de Lula, que parte desse processo fosse revertida.
Nas eleições de 2026, está em jogo a defesa da soberania nacional, que também passa pelo fortalecimento do Sistema Petrobrás. A luta por uma Petrobrás pública, integrada e a serviço do povo somente avançará com a reeleição do presidente Lula e resistência popular. Portanto, o engajamento das trabalhadoras e trabalhadores próprios e contratados para virar o jogo nesta eleição será decisivo!