Nota de solidariedade às dirigentes do Sind-UTE vítimas de racismoA diretoria do Sindipetro/MG se solidariza com as dirigentes do Sind-UTE/MG Denise de Paula Romano e Mônica Corrêa dos Santos, que foram alvo de uma fala de cunho racista, durante atividade realizada na Assembleia Legislativa de Minas Gerais, no dia 19 de junho. Repudiamos qualquer forma de discriminação e exigimos apuração e medidas cabíveis.

O Sindipetro/MG condena com veemência o episódio que envolveu comentário ofensivo sobre o cabelo das professoras por duas superintendentes de ensino, representantes do Governo Simões/Zema. “O comentário, além de ofensivo, carrega um histórico de discriminação contra a população negra, reforçando estigmas que associam características físicas e identitárias a algo negativo. Trata-se de uma manifestação racista que não pode ser naturalizada. Isso revela como o racismo atravessa não apenas relações individuais, mas também estruturas institucionais”, diz nota do Sind-UTE, reforçando que racismo é crime.
Diante da gravidade da situação, as dirigentes registraram ocorrência junto à Polícia Legislativa da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, exigindo apuração rigorosa dos fatos.