Vamos precisar de todo mundo para o pesadelo no Brasil não voltarNo dia 25/10, voltaremos às urnas para decidir os rumos do Brasil. O futuro da categoria petroleira e da Petrobrás está ameaçado e não há tempo a perder. No atual cenário, com a disputa no segundo turno entre o presidente Lula e o senador Flávio Bolsonaro, não há outra opção a não ser arregaçar as mangas para reeleger o presidente Lula.

Os trabalhadores da Petrobrás sentiram na pele o que foi o governo de Jair Bolsonaro e seria inconsequência pagar para ver o filho superar o pai. Flávio Bolsonaro já disse que vai privatizar a Petrobrás e outras estatais. Durante o governo de Jair Bolsonaro, a categoria petroleira enfrentou um processo de desmonte, precarização e perda de direitos. Na Regap e em outras unidades do Sistema Petrobrás, houve redução de postos de trabalho, diminuição de contratos e interrupção dos concursos públicos, enquanto trabalhadores terceirizados enfrentavam salários e benefícios rebaixados, atrasos e calotes.
Passamos por quatro anos de pesadelo dentro da empresa, convivendo com a redução das equipes e dos serviços de manutenção que levaram a situações de insegurança e riscos no trabalho, marcando um período de acidentes graves e mortes de colegas. Não podemos esquecer o período em que a ameaça de privatização das unidades gerava medo de demissões, transferências e até da paralisação da produção.
Não podemos deixar que retornem os tempos em que nossas mobilizações eram para impedir perdas de direitos, demissões e atrasos salariais. Sem contar que a nossa resistência era reprimida com ameaças, demissões e restrições à atuação sindical dentro das unidades.
Com Flávio Bolsonaro, as políticas sociais, o SUS para todos e a educação pública correm risco. O candidato já fala em mudanças na Constituição com o apoio da maioria conservadora no Congresso. Também não queremos que o Brasil seja o quintal dos Estados Unidos, o que significará a entrega fácil de nossas riquezas. Precisamos impedir retrocessos e a luta é agora!
A categoria petroleira constrói todos os dias a maior empresa do Brasil e não vai deixar que a destruam. Somente com Lula presidente, para afastar o risco de um novo mandato da extrema direita.