Servidores de Minas enfrentam incerteza sobre salários no início do governo Cleitinho
O pagamento dos servidores mineiros a partir de janeiro de 2027 é uma das incertezas da transição para o governo Cleitinho Azevedo (Republicanos). Segundo o Estado de Minas, uma previsão da Secretaria da Fazenda aponta risco de insuficiência de recursos, sem confirmar atraso salarial.
Cleitinho questionou a atual gestão (se faltará dinheiro em janeiro, cabe explicar como o estado está sendo administrado até dezembro).
Mateus Simões (PSD) rebateu (acusou o sucessor de priorizar as redes sociais e propôs reuniões públicas sobre a transição).
O cenário inclui déficit previsto de R$ 10,5 bilhões para 2027 e uso de aproximadamente R$ 2,1 bilhões da negociação da folha com o Itaú para custear o 13º deste ano. Orion Teixeira avaliou (as contas não fecharão). Tadeu Leite conduzirá parte da transição durante o afastamento de Simões. A assessoria informou (a viagem para a COP31 estava programada desde junho).
A reportagem não esclarece como a próxima gestão garantirá os pagamentos e financiará as promessas de reajuste salarial e redução do IPVA.
Diante dessas incertezas, é necessário que a população mineira permaneça mobilizada para responder a eventuais medidas que comprometam salários, direitos e serviços públicos. A mobilização popular nas ruas e nas redes durante o segundo turno reforça a importância da determinação, do engajamento e da capacidade de enfrentamento. Essa participação precisa continuar, com acompanhamento das decisões e cobrança de transparência do próximo governo estadual.